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  • joao.marcelo.souza
    9 de Fev de 2018

    O óleo lubrificante nos equipamentos tem a função principal de reduzir o desgaste das peças e possibilitar o funcionamento pleno. Ele também ajuda na transmissão da força mecânica e na vedação do conjunto. Ou seja, é um componente que deve ser tratado com muito cuidado. Um dos grandes problemas das empresas é o armazenamento do óleo lubrificante, tanto o do novo quanto o do usado. Todo o processo deve ser considerado, desde o recebimento até a aplicação do produto e seu refino. Hoje, vamos dar algumas dicas para armazenar esse material da melhor forma possível, a fim de eliminar o desperdício e evitar ao máximo a contaminação. 1. Impeça o contato dos tambores com o chão Especialmente se você tiver de manter os tambores de óleo em espaços ao ar livre, preocupe-se de não colocá-los em contato com o solo, seja qual for o revestimento desse. Para fazer isso, procure usar ripas de madeira ou pallets, deitando os tambores horizontalmente. Assim, você evita a corrosão do metal dos recipientes. 2. Faça inspeções periódicas Por mais que os tambores estejam aparentemente armazenados de forma organizada, podem ocorrer vazamentos. Para evitar que problemas graves aconteçam, verifique sempre o estado do estoque, seja ele de óleo lubrificante usado ou novo. Procure por marcas no chão, resquícios de produto e o que mais indicar erros no armazenamento do óleo lubrificante. 3. Mantenha os recipientes vazios de graxa fora de vista A graxa é mais fácil de ser mantida organizada do que o óleo lubrificante, mas nem por isso deve ser negligenciada. Os tubos vazios funcionam como ímãs para os contaminantes, e esses devem ser armazenados em um local separado e lacrado, até que tenham destino definido. Com as pistolas de aplicação, o procedimento deve ser o mesmo – elas devem ser mantidas limpas em local seco. 4. Rotule e identifique tudo Uma boa técnica de armazenamento do óleo lubrificante é rotular e identificar os tambores com o máximo de informações possível. Defina datas de entrada, quando o produto deve ser movimentado, expiração do prazo, características técnicas e o que mais for útil para a operação. Isso evita que um lubrificante contamine o outro ou que você desperdice material. Não se esqueça de manter as informações visíveis e atualizadas. 5. Mantenha um registro virtual Uma ideia é incluir na sala de armazenamento do óleo lubrificante um computador e uma escrivaninha, onde sejam contabilizadas todas as entregas e as saídas de óleo. Lá, você pode manter um controle fiel sobre qual óleo deve ser enviado para o refino ou para ser filtrado, etc. Especialmente em empresas grandes, essa é uma prática essencial. 6. Mantenha o local de armazenamento do óleo lubrificante longe da produção É interessante que o Almoxarifado fique longe do local de produção. Isso evita que haja contaminação por poeira, carvão, cimento e outras partículas naturais do trabalho. Outro ponto importante é manter o local de armazenamento longe de fontes de calor, como fornos ou caldeiras. Isso porque a temperatura pode gerar processos químicos de deterioração do óleo lubrificante. 7. Não adquira óleo sem registro na ANP Esta dica é bastante clássica e por isso não pode ser deixada de lado. Nunca utilize óleo lubrificante sem registro na Agência Nacional do Petróleo (ANP). Essa informação deve estar obrigatoriamente no rótulo do vasilhame. Sem o registro, você pode colocar a saúde dos colaboradores em risco, bem como o meio ambiente e o seu equipamento.
  • joao.marcelo.souza
    9 de Fev de 2018

    No manual do proprietário também costuma constar o período no qual deve ser realizada a troca de óleo, o que normalmente ocorre quando o lubrificante “envelhece”. Neste caso, não será simplesmente completado o nível do lubrificante, mas sim esvaziado todo o recipiente e depois enchido novamente com um líquido novo. A troca costuma ser feita após uma certa quantidade de quilômetros rodados. Não misture marcas diferentes de óleo lubrificante Como os produtos possuem tecnologias diferentes, para escolher o lubrificante certo para o seu carro não é recomendado misturar óleos distintos, ainda que eles tenham a mesma classificação. Se o nível estiver muito baixo e a luz de emergência já estiver acendendo no painel, deve-se completar com o óleo que estiver disponível naquele momento. Entretanto, assim que possível, você deve efetuar a troca de óleo e renovar com o lubrificante recomendado no manual do proprietário. Agora que você já sabe escolher o lubrificante certo para seu carro, vale reforçar que você não deve comprar um tipo de óleo diferente daquele especificado no manual do proprietário de seu veículo. Além de comprometer o desempenho do seu motor e causar o desgaste das peças, ele pode diminuir a vida útil de seu veículo. Além das classificações, é importante checar o chão onde o veículo ficou estacionado para perceber possíveis vazamentos do lubrificante. A atenção deve ser redobrada após realizar a troca de óleo, pois muitas vezes o profissional não fecha o recipiente de forma correta.
  • joao.marcelo.souza
    9 de Fev de 2018

    Tipos de Óleos Sintéticos 1 – Hidrocarbonetos Sintéticos: Este sãos óleos que tem em sua composto formulado a partir da extração de óleos minerais. Em seu processo, são levados a sinterização, eliminando dessa forma os radicais livres e impurezas que possam surgir, o que o torna mais estável e limpo, livre de oxidação, por exemplo. Também é através desse procedimento que se consegue obter excelência quanto a viscosidade-temperatura. 2 – Poliolésteres: São utilizados para a fabricação de lubrificantes especiais, fluídos de freios, fluídos de corte e óleos hidráulicos, que podem ser ou não, miscíveis a água. 3 – Diésteres: É um processo de ligação entre ácidos e álcoois que se dá através da perda da água. Assim, alguns grupos acabam formando o Ester, que tem como destino o uso em lubrificantes e graxas lubrificantes. Hoje em dia, são os mais utilizados para lubrificação em turbinas de avião por se ajustarem rapidamente à altas e baixas temperaturas. 4 – De silicone: Os principais pontos se dão através da resistência a altas e baixas temperaturas, bem como a resistência ao envelhecimento e alto índice de viscosidade presente. Aqui, destacam-se no ramo de produção o Fenil-poliloxanes e o Methil-Poliloxanes. É resistente a influência de produtos químicos, como ácidos e solventes. 5 – Poliésteres Perfluorados: Também conhecidos como óleos de flúor. Tem uma estabilidade excelente quanto a influência química. Quimicamente inertes, contudo, se não forem submetidos a temperaturas acima de 260 graus para não liberarem vapores tóxicos.