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Dicas do ORIGINALDO

Por dentro das siglas

Algumas entidades internacionais elaboram uma série de normas para a classificação dos lubrificantes, com base em testes específicos. Confira abaixo como o ORIGINALDO explica a função de cada uma delas:


SAE – Society of Automotive Engineers

É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho.

 

Quando aparece o SAE junto à ele terá um código para facilitar a identificação da viscosidade dos óleos de motor.

A Viscosidade é uma medida que indica a resistência de um determinado líquido ao escoamento (é só pensarmos no mel e na água. Quem é mais viscoso? O mel, que “se move” mais lentamente).

Nessa classificação, há basicamente dois grupos: os monoviscosos (por exemplo: “30” ou “30w “) e os multiviscosos (por exemplo “10w30”).

Os monoviscosos são pouco utilizados em carros hoje em dia, devido à maior capacidade dos multiviscosos de apresentarem menor variação da viscosidade quando se varia a temperatura. Nesses foram introduzidos “aditivos” poliméricos que alteram as propriedades de viscosidade dependendo da temperatura que o óleo está.

A SAE também apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão

API – American Petroleum Institute

Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender.

Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SJ, SH, SG, etc…

O “S” desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação.

Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc..

No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CG-4, CF-4, CF, CE, etc. O “C” significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.


ACEA – Association des Constructeurs Européens de l´Automobile (antiga CCMC)

Classificação européia associam alguns testes da classificação API, ensaios de motores europeus (Volkswagen, Peugeot, Mercedes Benz, etc.) e ensaios de laboratório.

JASO – Japanese Automobile Standards Organization

Define especificação para a classificação de lubrificantes para motores a dois tempos (FA, FB e FC, em ordem crescente de desempenho).

NMMA – National Marine Manufacturers Association

Substituiu o antigo BIA (Boating Industry Association), classificando os óleos lubrificantes que satisfazem suas exigências com a sigla TC-W (Two Cycle Water), aplicável somente a motores de popa a dois tempos. Atualmente encontramos óleos nível TC-W3, pois os níveis anteriores estão em desuso.

Agora que você sabe tudo sobre Óleo Lubrificante, não perca tempo faça já sua compra!

 

Fonte: Traduzido e adaptado de  “The Motor Oil Bible“; www.oleoparacarros.com.br

Mitos e verdades na hora de trocar o óleo

Ao falar-se em troca de óleo, notamos que sempre surgem várias dúvidas, como "Quando devo trocar o óleo?
E o filtro? Qual o óleo ideal para o meu carro?". Para solucionar essas e demais dúvidas, preparamos para você
uma lista com os 10 mitos e verdades mais populares sobre o assunto. Confira:

1- O óleo deve ser trocado a cada 5.000km percorridos.

MITO. Verifique as indicações específicas do fabricante para o modelo do seu veículo, bem como a idade do carro
e seu tipo de uso. No geral, a troca é indicada a cada 10.000km percorridos, mas isso pode variar! Avalie num posto
de troca de óleo, com profissionais especializados.

2- O óleo lubrificante recomendado pela montadora do veículo é sempre a melhor opção.

VERDADE. Sempre deve ser seguida a recomendação do fabricante do veículo, com relação à viscosidade e API/ACEA do produto. A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem do produto e normalmente aparece da seguinte forma: 40, 50, 5W30, 10W40, 20W50, etc.

 

3- Toda vez que trocar o óleo deve-se trocar o filtro.

MITO. Indica-se que a troca de filtro seja intercalada com as trocas de óleo. Dessa forma, a troca deve ser feita a cada duas trocas de óleo.

 

4- Os óleos lubrificantes homologados já possuem os aditivos que o motor do carro necessita.

VERDADE. Os óleos lubrificantes homologados possuem em sua composição os aditivos ideais e necessários para o melhor desempenho do seu carro.

5- Não existe diferença entre os óleos lubrificantes para carro e moto.

MITO. Os lubrificantes para carros e motos são semelhantes, porém não possuem a mesma aditivação. Os lubrificantes específicos para motos possuem uma aditivação diferenciada. Dessa forma, a utilização de óleos de carros em motos, e vice-versa, pode ocasionar problemas.

6- Existem diferenças entre o óleo mineral, sintético ou semissintético.

VERDADE. Cada tipo de óleo tem formulação própria e é determinado para cada tipo de veículo, de forma que seja importante utilizar sempre o tipo especificado para seu veículo para manter a performance ideal.

7- Quando utilizamos um óleo de qualidade, ele nunca fica velho e pode ser utilizado por muitos anos.

MITO. A coloração preta do óleo lubrificante mostra que ele está cumprindo sua função corretamente, já que este fica preto devido à sua atuação na limpeza no motor.

8- As indústrias fabricantes de óleos lubrificantes devem obedecer a regulamentações, que visam garantir a qualidade e, sobretudo, a pouca agressividade dos produtos ao meio ambiente.

VERDADE. Toda empresa fabricante de lubrificante deve seguir as regulamentações na ANP (Agência Nacional de Petróleo), que regulamenta a produção, qualidade, níveis de desempenho, óleos básicos e demais legislações referentes ao segmento.

9- Posso utilizar qualquer tipo de lubrificante em carros antigos.

MITO. Carros antigos, que estejam com a manutenção em dia, devem utilizar o mesmo lubrificante que foi recomendado no manual do veículo.

 

10- O motor deve estar frio na hora de verificar o nível e quente na hora de trocar o óleo. 

VERDADE. Quando o motor do carro está quente (ligado há 15 minutos), o óleo fica mais fino e escorre com facilidade. Já o nível deve ser verificado com o veículo frio (desligado), pois, caso se mantenha quente, o óleo desce e não é possível visualizar a real situação do motor.

Esperamos ter esclarecido suas dúvidas sobre o assunto. Caso tenha mais dúvidas na hora de trocar o óleo, procure nossos postos de troca de óleo TROQUE BEM mais próximo, para esclarecer dúvidas e fazer a troca da maneira ideal com profissionais qualificados e prontos para te atender.

Confira as 5 Dicas do Originaldo para escolher o óleo

Não permita que coloquem qualquer óleo no seu carro. Saiba como evitar problemas.
 

Pense no que o sangue representa para o corpo humano. É vital. O mesmo podemos falar sobre importância do óleo para o motor do carro. Mas é comum ver erros na hora de trocar o lubrificante, apesar dele ser fundamental para o bom funcionamento do veículo e durabilidade das peças.

A regra número 1 é seguir as recomendações da montadora que estão no manual do proprietário, sempre obedecendo o prazo de troca.
Chegou a hora da troca? Então veja cinco dicas para escolher certo o lubrificante para seu carro.

- Olhe o tipo
Veja no manual do proprietário qual o tipo de óleo indicado: sintético, semissintético ou mineral.  Eles têm formulações diferentes conforme cada motor. Só complete ou troque o óleo com o mesmo tipo indicado. Não entre nessa de querer “fazer um teste”. Se está recomendado um tipo específico, é porque foram muitos anos de estudos nas montadoras para encontrar o lubrificante certo para o melhor desempenho do motor.

- Observe viscosidade e desempenho
Os óleos também têm especificações quanto à viscosidade e desempenho. A viscosidade aparece junto à sigla SAE, acompanhado de números e a letra “W”. SAE 5W-30, por exemplo. O desempenho é mostrado com as siglas API (SN, SM, SJ...) ou ACEA (A3-02, A3-08...). Essas informações aparecem no rótulo da embalagem do lubrificante. Você precisa seguir essas recomendações de desempenho.

- Não coloque óleo de moto
Nunca use óleo de moto no seu carro. Eles têm composições diferentes, com testes diferentes. Também nunca experimente no motor os óleos feitos para outros componentes do veículo, como óleo para caixa de câmbio, por exemplo.

- Não use qualquer óleo
Desconfie sempre quando alguém disser que seu carro “pode usar qualquer óleo”. Os lubrificantes são desenvolvidos e testados para cada motor específico. O uso do lubrificante errado pode provocar desgaste nas peças, aquecimento, sujeira e consumo excessivo de combustível.

- Não precisa colocar aditivos
Os aditivos no óleo são importantes para melhorar as condições de lubrificação, para ajudar na limpeza e para aumentar a vida útil do motor. Mas os óleos já trazem aditivos na sua fórmula. Não é necessário colocar aditivo adicional no lubrificante. Isso pode até alterar o funcionamento do motor.